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Os componentes de um computador: Placa de Vídeo

22 fev

Você, usuário. Adora um joguinho de computador e é novo no pedaço. Comprou aquele CD-Rom com um jogo demo na banca de revista, e não vê a hora de executar no seu computador. A instalação é só Next-Next-Next, sem ler nada, e aí, quando finalmente aquele ícone bonitinho pro jogo aparece na sua área de trabalho, você dá seus dois cliques e espera executar e …. nada? Você está no lugar certo! Hoje vamos falar sobre um componente que está presente em todos os computadores, mas nem sempre é notável, a placa de vídeo!

Momento triste no qual você descobre que o jogo não vai rodar!

Voltemos um pouco na história. Antes do Windows 3.1.x alguma coisa, não havia propriamente uma interface gráfica para os computadores. A boa e velha tela do DOS estava ali esperando para executar seus programas, em cores monocromáticas com pixels bem definidos. Nessa época, quem executava o suposto trabalho gráfico era o processador.

Com o advento do Windows 95 e a interface gráfica propriamente dita, o hardware precisou se desenvolver mais. Aqui, um ponto interessante, para todo mundo sempre lembrar: a evolução do software é um importante recurso para fazer o hardware se desenvolver. Então, surgiram os primeiros modelos de placas de vídeos, que simplesmente mostravam o conteúdo da memória de vídeo no monitor. As primeiras placas vinha com memórias de 1MB a 2MB, pois o valor da época era exorbitante e permitiam resolução máxima de 1024 x 768 com 256 cores. Grande avanço, não?

Voodoo 1, a saudosa primeira placa de vídeo, da 3dfx

Mas não parou por aí! Logo veio nosso amigo, o 3D, tão falado nos dias de hoje. Você achou que ele era novo no pedaço, certo? Agora a placa de vídeo mudou de função – além de projetar pixels no monitor, ela deveria processar estes pixels, tudo para tornar a imagem mais real para o usuário. O processador incluído na placa de vídeo recebeu o nome de GPU, do inglês Graphics Processing Unit – Unidade de Processamento Gráfico.

 

Tipos de Placas Gráficas

On-Board: Esse é o tipo de placa mais comum, encontrado principalmente em computadores vendido em grandes lojas de departamentos. Basicamente consiste em uma GPU acoplada ao próprio chipset da placa mãe, não possui memória RAM dedicada e rouba da memória RAM total de seu computador. Lembra quando você comprou aquele computador na loja, e falaram para você que a memória dele era de 512MB, e quando você clicou em Meu Computador -> Propriedades aparecia apenas 504MB e você queria saber para onde tinham ido os outros 8 MB? Então, acabou de achar! A bandida da sua placa On-Board roubou.

Off-Board: Este é tipo de placa mais recomendado para você, caro amigo gamer. Essas placas, além de terem uma GPU a parte com capacidades de processamento alto, também possuem sua própria memória RAM dedicada. São essenciais para rodar os games do momento. E o valor é exponencial – quanto melhor a placa, maior seu preço. O único problema é que para acompanhar os melhores gráficos, é preciso sempre atualizar a placa de vídeo, e isso não sai barato.

 

No próximo post, vamos falar um pouco mais sobre a GPU – e quais são seus principais atributos, para entendermos sua beleza.

 

Fonte: Imagens by Google Search

Saiba mais em: Museu do Computador

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Campus Party 2011 – Agenda de Robótica

7 jan

E aí pessoal! Preparados para o maior evento geek do mundo?

Chegou a hora de montar a agenda da Campus Party e na área de robótica temos assuntos muito interessantes.

O tema escolhido para a área nesta edição foi Robôs na conquista do espaço, um assunto no qual pude ter maior envolvimento em 2010 quando participei do programa de estágio de robótica na NASA após participar da Campus Party. Confira mais em meu blog para saber como tudo aconteceu.

Abaixo, temos a programação que vai rolar em nossa área. Estejam atentos pois postarei sempre os feedbacks das palestras e oficinas em tempo real aqui no blog.

Link oficial da agenda: http://www.campus-party.com.br/2011/robotica.html

Terça-feira (18/01)

11:00 – Oficina: Robótica Livre
14:30 – Oficina: Robótica Livre Utilizando a Porta Paralela
16:30 – Palestra: Butiá: Plataforma robótica genérica para o ensino da informática.
Quarta-feira (19/01)
10:00 – Oficina: Robótica Livre com sucatas e arduino
10:00 – Oficina: Robótica Livre Utilizando a Porta Paralela
14:30 – Oficina: Arduino: construindo robôs com software e hardware livres!
14:30 – Oficina: Robótica Livre com sucatas e arduino
14:30 – Oficina: Robótica Livre Utilizando a Porta Paralela
17:30 – Palestra: Ferramenta de Robótica Livre para Modelagem Geométrica de Robôs

Quinta-feira (20/01)

10:00 – Oficina: Robótica Livre com sucatas e arduino
11:00 – Palestra: O Desenvolvimento da Cognição em Ambientes de Robótica Educacional: saberes vividos são compartilhados
14:30 – Oficina: Robótica Livre com sucatas e arduino
14:30 – Oficina: Robótica Livre Utilizando a Porta Paralela
16:00 – Palestra: Novos Horizontes

Sexta-feira (21/01)

10:00 – Oficina: Robótica Livre Utilizando a Porta Paralela
14:30 – Palestra: Veículo inteligentes: Apertem o cinto, o piloto sumiu!
16:00 – Palestra: A robótica de baixo custo
17:30 – Oficina: Manipulação de exemplos de robótica de baixo custo para o ensino.
Sábado (22/01)
10:00 – Oficina: Experimentação da Robótica com a plataforma Robótica Livre robolivre.org
14:30 – Oficina: Experimentação da Robótica com a plataforma Robótica Livre robolivre.org
22:00 –Entrega de prêmios no Palco Principal

Campus Party 2011 – Agenda de Robótica

7 jan

E aí pessoal! Preparados para o maior evento geek do mundo?

Chegou a hora de montar a agenda da Campus Party e na área de robótica temos assuntos muito interessantes.

O tema escolhido para a área nesta edição foi Robôs na conquista do espaço, um assunto no qual pude ter maior envolvimento em 2010 quando participei do programa de estágio de robótica na NASA após participar da Campus Party. Confira mais em meu blog para saber como tudo aconteceu.

Abaixo, temos a programação que vai rolar em nossa área. Estejam atentos pois postarei sempre os feedbacks das palestras e oficinas em tempo real aqui no blog.

Link oficial da agenda: http://www.campus-party.com.br/2011/robotica.html

Terça-feira (18/01)

11:00 – Oficina: Robótica Livre
14:30 – Oficina: Robótica Livre Utilizando a Porta Paralela
16:30 – Palestra: Butiá: Plataforma robótica genérica para o ensino da informática.
Quarta-feira (19/01)
10:00 – Oficina: Robótica Livre com sucatas e arduino
10:00 – Oficina: Robótica Livre Utilizando a Porta Paralela
14:30 – Oficina: Arduino: construindo robôs com software e hardware livres!
14:30 – Oficina: Robótica Livre com sucatas e arduino
14:30 – Oficina: Robótica Livre Utilizando a Porta Paralela
17:30 – Palestra: Ferramenta de Robótica Livre para Modelagem Geométrica de Robôs

Quinta-feira (20/01)

10:00 – Oficina: Robótica Livre com sucatas e arduino
11:00 – Palestra: O Desenvolvimento da Cognição em Ambientes de Robótica Educacional: saberes vividos são compartilhados
14:30 – Oficina: Robótica Livre com sucatas e arduino
14:30 – Oficina: Robótica Livre Utilizando a Porta Paralela
16:00 – Palestra: Novos Horizontes

Sexta-feira (21/01)

10:00 – Oficina: Robótica Livre Utilizando a Porta Paralela
14:30 – Palestra: Veículo inteligentes: Apertem o cinto, o piloto sumiu!
16:00 – Palestra: A robótica de baixo custo
17:30 – Oficina: Manipulação de exemplos de robótica de baixo custo para o ensino.
Sábado (22/01)
10:00 – Oficina: Experimentação da Robótica com a plataforma Robótica Livre robolivre.org
14:30 – Oficina: Experimentação da Robótica com a plataforma Robótica Livre robolivre.org
22:00 –Entrega de prêmios no Palco Principal

Utilização da robótica na área médica

5 jan

Quem já assistiu algum filme de ficcção científica e desejou ter um robôzinho daqueles? Ou uma super-máquina? Um carro que voa e etc…

A realidade é que mesmo que não percebamos a robótica é algo natural, tão presente em nossa vida que nos desperta o desejo de buscar conforto, realizar atividades de uma forma cada vez mais ágil e prática, além de querer atingir o que é aparentemente inatingível.

Mas afinal de contas, qual o significado da palavra Robótica? O que ela engloba? Existem regras para criação? Quais os conhecimentos preciso ter para criar um robô?

Significado

Segundo a Wikipedia “Robótica é um ramo da tecnologia que engloba mecânicaeletrónicacomputação, que atualmente trata de sistemas compostos por máquinas e partes mecânicas automáticas e controladas porcircuitos integrados, tornando sistemas mecânicos motorizados, controlados manualmente ou automaticamente por circuitos eléctricos“.

Regras

Assim como seres humanos tem leis que regem o comportamento, os robôs também as possuem. Segundo o escritor Isaac Asimov em seu livro de ficção I, Robot (“Eu, Robô“), existem três leis que dirigem o comportamento de robôs:

  • 1ª lei: Um robô não pode ferir um ser humano ou, por omissão, permitir que um ser humano sofra algum mal.
  • 2ª lei: Um robô deve obedecer as ordens que lhe sejam dadas por seres humanos, exceto nos casos em que tais ordens contrariem a Primeira Lei.
  • 3ª lei: Um robô deve proteger sua própria existência desde que tal proteção não entre em conflito com a Primeira ou a Segunda Lei.

Portanto, nada de bancarem os vilões criando robôs para o mal!

Conhecimentos

Como é uma área multidisciplinar é necessário conhecer de Inteligência Artificial, Física, Matemática, Circuitos Elétricos e Linguagens de Programação. Se você ainda não possui tais conhecimentos, faça uma busca no Google, Youtube e encontre estes conteúdos.

Robôs que salvam vidas

Uma área bem interessante de aplicação da robótica é a área médica. A ciência avançou tanto que robôs são construídos para realização de cirurgias de risco, como é o caso do Da Vinci Surgical System, robô utilizado no Hospital Albert Einsten de São Paulo em cirurgias cardíacas.

Outro caso é a utilização de robôs para recuperação de pacientes em Fisioterapia, por exemplo o MIT Manus, utilizado para fornecer auxílio terapêutico do movimento de um membro superior, após um acidente vascular cerebral.

Podemos citar ainda uma luva robótica desenvolvida pela Activelink em Tóquio, que pode ajudar na reabilitação de pacientes parcialmente paralisados. No site de notícias G1 é explicado o funcionamento  “A luva robótica possui músculos artificiais que funcionam sob o comando de ar comprimido. Os sensores ficam ligados ao braço saudável, que repassa os estímulos ao paralisado. Possui músculos artificiais que funcionam sob o comando de ar comprimido. Os sensores ficam ligados ao braço saudável, que repassa os estímulos ao paralisado.”

Enfim, dentre várias aplicações da robótica, a que mais me fascina é a área médica. A oportunidade de salvar vidas ou torná-las mais agradável é uma missão que nós seres humanos estamos sempre buscando, e a robótica está se inserindo cada vez mais.

Fonte:  http://janynnegomes.wordpress.com

Refrigeração do computador

26 dez

Um ponto importante em qualquer arquitetura de computador, seja desktop ou notebook, é a refrigeração. Quanto mais rápidos ficam os componentes do computador, mais dissipação de calor terá, e o excesso de calor pode ser prejudicial ao equipamento. Vamos conhecer os principais recursos para refrigeração.

 

Refrigeração a Ar

A mais conhecida formar de refrigerar o computador é a ar, em forma de coolers, ventoinhas que geram correntes de ar para aliviar o calor dos computadores. É eficiente, prático e fácil de instalar, porém, dependendo do tipo de máquina, talvez não consiga ter o resultado mais interessante. Citemos dois exemplos conhecidos na história da computação, os processadores AMD Athlon XP e os Intel Pentium IV. Foram dois tipos de processadores que necessitava muito mais que um cooler para serem refrigerados.

Mas se a forma de ventilação do seu computador for essa, veja abaixo um esquema interessante de instalação, que é bem eficiente.

 

Fonte: Adrenaline

O interessante é que as correntes de ar frio sejam geradas por baixo, na lateral e na parte da frente, e que os exaustores (que são as ventoinhas que eliminam o ar quente) consigam expelir o ar quente para cima. O ar frio é sempre mais denso que o ar quente, em outras palavras, é mais pesado.

 

Refrigeração a Água

Esse sistema também é conhecido como Water Cooler, e usa a água como ferramenta de refrigeração. O sistema é muito parecido com o usado em carros, e consiste em vários tubos e mangueiras que percorrem os componentes do computador, refrigerando as peças absorvendo o calor, e depois essa água retorna ao “tanque” principal para ser refrigerada novamente e recomeçar o processo. Sem dúvida é um sistema bastante eficiente, principalmente para os usuários que tem o hábito de fazer overclock em suas máquinas (teremos um tópico posteriormente só sobre overclock).

Entre as vantagens do Water Cooler, temos o aumento da performance da máquina e ausência de ruídos, presente no caso do sistema de refrigeração a ar. Porém, o Water Cooler é um sistema caro para ser instalado, com difícil manutenção e limpeza, dependendo principalmente do nível do usuário. A manutenção deve acontecer sempre, pois as peças do computador não são muito tolerantes a água. Com certeza poderemos encontrar vários adeptos desse tipo de refrigeração no Campus Party!

 

Fonte: Mataran

 

 

Refrigeração a Nitrogênio Líquido

Uma das mais interessantes formas de refrigeração, tem sido muito usada em supercomputadores e em competições de overclock. Isso porque o nitrogênio, para ficar na forma líquida, precisa ser condicionado a altas pressões, e isso faz com que o gás atinja temperaturas baixas. O processo é totalmente químico, é necessário um container isolante para manter o nitrogênio, e os componentes do computador deve estar impermeabilizados para ter contato com o nitrogênio. Fora que é perigoso também se entrar em contato com a pele. Muito eficiente, mas ainda em testes, e não acredito na possibilidade que um dia venha a fazer parte do cotidiano dos usuários domésticos.

Mas se você quiser ver como isso funciona em tempo real, no Campus Party terá a competição de overclock extremo, um evento sempre muito esperado pelos entusiastas, e normalmente acontece na tarde de sábado. Leia AQUI a entrevista com Ronaldo Buassali no Blog do Campus Party.

 

Fonte: Blog Campus Party

 

Espero que o Overclock Supremo na Campus Party 2011 nos apresente um Core i7! Até lá!

 

Escolhendo o gabinete do seu computador

18 dez

Hoje vamos falar sobre um componente importante, que geralmente é escolhido seguindo apenas um padrão: estética. Quem nunca quis escolher aquele gabinete lindo para o computador? O critério mais importante para escolher um gabinete é eficiência.

Vamos citar alguns exemplos:

Este gabinete rosa, o que ele tem de errado? Ele é um gabinete rosa, o que atrai muitas garotas, mas ele é muito fechado! A configuração que ele normalmente traz de fábrica não é muito potente, mas se você quiser um computador com uma configuração melhor este gabinete já não vai atender.

Outro exemplo, um gabinete preto simples, geralmente dos mais baratos na assistência. Mesmo problema, fechado demais. Com o aumento da velocidade dos processadores, cada vez mais sofremos com o efeito da dissipação de calor. E devemos estar sempre atentos a esse problema, pois temos a tendência de justamente economizar no gabinete do computador, o item que mais pode colaborar na dissipação de calor, pois o efeito do superaquecimento pode ter conseqüências drásticas para o seu equipamento, que falaremos em outro post.

Você deve então estar se perguntando: eu deveria escolher um gabinete daqueles gamers, cheio de firulas e luzinhas acesas, que custam caro?  Não exatamente, você deve observar as seguintes características no gabinete:

– Verifique se na parte da frente do gabinete, há a possibilidade de colocar mais um cooler, ou se pelo menos há passagem de ar.

– Prefira gabinetes que tenham saídas de ar na lateral e na parte de trás, pois são importantes para a saída de ar quente.

– O gabinete deve ter espaço suficiente para abrigar os principais componentes do computador com folga, como a placa mãe, a fonte, os HDs, que são componentes que ocupam mais espaço.

Veja agora alguns exemplos que eu considero ideais:

Boa sorte! E no próximo post falaremos como resolver o problema da dissipação de calor nos desktops.

Então, prontos para conhecer um pouco sobre Astronomia?

16 dez

Tão achando que isso é coisa de nerd freak? De gente que não tem muita coisa para fazer? Pensam que isso é coisa de garotos que querem arranjar assunto para conquistar meninas geek?
Olhar as estrelas é muito mais divertido, interessante e útil do que parece à primeira vista. Foi por causa de muita vontade de pesquisar o Espaço que vários avanços tecnológicos foram realizados, e muita coisa que se criou para observar as estrelas acabou sendo usado para coisas importantes aqui na Terra. Antes, a Astronomia se misturava à religião, mas hoje segue o caminho oposto; o da ciência.


De um modo muito clichê, muita gente ainda fica na dúvida sobre a nomenclatura Astronomia e Astrologia. Isso gera uma irritação nervosinha no meio acadêmico, mas não deixa de ser motivo para muitas piadas internas. Então, se você ainda se confunde às vezes, explico rápido; Astrologia é o que todos os astrofísicos e astrofísicas não querem ouvir, pois trata-se do estudo de uma possível influência dos astros na vida da gente. Ou seja, um ramo de estudos muito criticado, pois não tem embasamento teórico-científico suficiente para provar sua genuidade.

Já a Astronomia – ou Astrofísica – é como chamamos o conjunto de conhecimentos sobre os astros presentes no universo. É uma das ciências mais antigas que existem, e tem uma história fantástica, que linka vários assuntos diversos, desde a História Antiga até referências contemporâneas de identidades na internet.

Uma legião de amadores ativos, que observam o céu e compram ou constroem seus próprios instrumentos de observação, colaboram efetivamente junto com os especialistas em pesquisas e descobertas. Essa participação colaborativa, em que astrofísicos e observadores independentes monitoram o céu, marca a Astronomia como um dos maiores exemplos de compartilhamento e reconhecimento democrático dentro de uma área de conhecimento.

CampusParty está propondo atividades relacionadas à observação do céu  direcionadas para os mais diversos níveis de conhecimento astronomicos. É bom destacar que foi possível verificar que eles se preocuparam não em fazer palestras introdutórias ou promover debates entre os iniciados; eles simplesmente trouxeram novidades reais para quem simpatiza com os estudos dos astros, de um modo que essas novidades interessassem desde um simples curioso sobre o assunto até o nerd mais fissurado em construir os próprios telescópios.

email: vanessaguedes13@gmail.com

Desenvolvimento web – NAPEAD – UFRGS – http://www6.ufrgs.br/napead/
Colaboração [Geração Y] – http://minhacarreira.com
Autora – http://garotacocacola.com.br
Colaboração – http://blogueirasfeministas.wordpress.com
Autora – http://vireivegetariana.wordpress.com
Twitter: nessoila